Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica

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O já tradicional programa de extensão oferecido pelo CMAHO já tem data de abertura confirmada. Na próxima quinta-feira, 06.02, o Plataforma de Emergência chega para mais uma edição e com uma série de novas disciplinas confirmadas. O programa foi idealizado com a missão de democratizar o conhecimento e criar condições e ambientes necessários para construção de uma plataforma que possibilite a emergência de outros métodos, saberes e práticas. As inscrições poderão ser realizadas a partir de 18h. Confira as ementas:

 

PLATAFORMA DE EMERGÊNCIA

EMENTAS 2020.1

 

Dissidências

Conduzida simultaneamente pelos três professores, a disciplina explorará o campo conceitual da dissidência, declinando-a ao longo das aulas em diálogo com proposições em artes visuais, teatro, literatura, música e cinema. A proposta é sondar e investigar as várias línguas da dissidência, as suas várias práticas, a sensibilidade dissidente e a dissidência como um modo de pensar em atos.
 

SOBRE OS PROFESSORES


Marcia Cavalcante é professora titular de filosofia na Universidade de Södertörn (Suécia). Entre 1994 e 2000 foi Professora Adjunto do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. Suas principais áreas de trabalho são hermenêutica, fenomenologia, idealismo alemão, filosofia francesa contemporânea e estética poética e musical. Possui uma extensa lista de publicação em várias línguas.

Patrick Pessoa é doutor em Filosofia pela UFRJ/Universität Potsdam (Alemanha), com dois Pós-Doutorados em Estética e Filosofia da Arte (PUC-Rio, 2008; USP, 2015), é Professor Associado do Departamento de Filosofia e do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFF. Além de professor, é dramaturgo, crítico teatral e editor da Revista Viso: Cadernos de Estética Aplicada (www.revistaviso.com.br).
 

Tania Rivera é doutora em Psicologia pela Université Catholique de Louvain (Bélgica), psicanalista, ensaísta e professora do Departamento de Arte e da Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da UFF. Autora de diversos artigos e livros.
 

QUANDO

Quartas-feiras, das 14h às 18h

Início: 18 de março de 2020

Término: 01 de julho de 2020 (15 aulas) *

Total de vagas para ouvintes: 25

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UFF.


Arte conceitual, conceitualismo, arte pós-conceitual: perspectivas do sul e mesclados sônico-visuais
 

É relevante recuperar os principais traços que orientam a discussão acerca da arte conceitual, em seus aspectos presentes já nos debates de uma arte moderna, mas sobretudo a partir das linhas que demarcam a construção do campo contemporâneo, marcado pelos diversos graus de politização e multi-significação das práticas artísticas. Este curso se propõe a dar continuidade às discussões em torno da arte conceitual, conceitualismo e arte pós-conceitual, iniciadas no curso anterior, buscando enfatizar como tais questões se confrontam com os debates descoloniais e locais (perspectivas do sul) e ao mesmo tempo se abrem para um processo inter- ou multi-linguagem. É preciso reconhecer que as “artes conceituais” (quando flexionadas) implicam diretamente questionamentos acerca do “estatuto da obra de arte” e dos modo como esteja sendo praticado – nos pontos mais ou menos demarcados de um sistema ou circuito de artes, em sua inclusões e exclusões, suas multi-camadas, membranas e bordas. Trata-se de reconhecer na questão da obra de arte um problema ontológico, ao produzir certa modalidade de objetos e instituir relações, e também epistêmico, no sentido de ter as obras sempre forçando limites dos sistemas de conhecimento e ao mesmo tempo desenvolvendo diálogos produtivos com os sistemas de saber em curso, mas também atentas a outros sistemas de conhecimento em um campo sempre dinâmico. Serão enfatizados, ainda, temas implicados nas misturas entre visualidade e sonoridade, próprias do campo contemporâneo: não apenas a arte conceitual é uma modalidade de práticas intermídia como também se instalam aí, de modo particularmente instigante, os debates que envolvem as tradições “não-retiniana” e “não-coclear”, fomentadoras de uma abertura produtiva em que objeto, imagem, sonoridade, voz e discurso se mesclam, misturam e articulam, em gestos, ações e intervenções.
 

SOBRE O PROFESSOR


Ricardo Basbaum possui Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1982), Especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela PUC-RJ (1988), MA inFine Arts pelo Goldsmiths College, University of London (1994 - Bolsista do British Council), Mestrado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997 - Bolsista CAPES) e Doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo (2008). Recebeu a Bolsa Uniarte Faperj entre 1996 e 1998. Atuou como professor da Faculdade Santa Marcelina (São Paulo) de 2009 a 2012. Professor Visitante da University of Chicago de outubro a dezembro de 2013. Artista-residente da Simon Fraser University (Vancouver) em outubro de 2014. Foi professor do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, de 1998 a 2016, sendo que a partir de 2017 mantém vínculo como Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Artes do Instituto de Artes da UERJ. Atualmente é Professor Titular Livre do Departamento de Artes do Instituto de Arte e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense, com atuação como Professor Permanente no programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes. Tem experiência na área de Artes, com ênfase no campo da Arte Contemporânea, onde desenvolve pesquisa como artista, além de atuar nos campos de crítica e teoria da arte. Atua principalmente nos seguintes temas: arte contemporânea, texto de artista, arte conceitual, performance e experimentalismo, teoria e crítica de arte.
 

QUANDO

Quartas-feiras, das 14h às 17h

Início: 18 de março de 2020

Término: 08 de julho de 2020 (15 aulas)*

Total de vagas para público externo: 10

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UFF.
 

Tópicos Experimentais 1: Corpo, sujeito e poéticas possíveis


É preciso definir a consciência do corpo não à maneira da fenomenologia (mesmo de uma fenomenologia do corpo como a de Merleau-Ponty), não como o que visa o sentido do objecto na percepção, por exemplo, mas como uma instância de recepção de forças do mundo graças ao corpo; e, assim, uma instância de devir as formas, as intensidades e o sentido do mundo (José Gil)

Nossas questões: queremos investigar nesta disciplina, as relações, os tensionamentos, e os afetos implicados no desafio da criação em processos artísticos nos quais o corpo é motor da criação e dos sentidos. O corpo protagonista da imagem especular, o corpo derivante, corpos que importam, nas palavras de Judith Butler. Como experimentamos a “coexistência vigilante entre macro e micropolítica, complementares e indissociáveis na produção da realidade social”, como nos diz Suely Rolnik?
 

Ação: disciplina Tópicos Experimentais 1 

É optativa do curso de Bacharelado em Artes Visuais-Escultura da Escola de Belas Artes (EBA) da UFRJ, com foco na arte contemporânea. Possibilita também ementas mais amplas em que as pesquisas acadêmicas possam ser desenvolvidas. Nesta edição, a disciplina se volta para as poéticas do corpo, da performance e da cena e das discussões sobre percursos da noção de sujeito. Contamos ainda com a parceria e Estágio Docência da Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, a artista, performer e passista Mery Horta.
 

Trabalharemos a partir da leitura e discussão de textos junto a laboratórios de criação e experimentação de movimentos e ações para estimular o desenvolvimento de pesquisas individuais ou em grupos que abordem: performance, artes visuais, encenação e/ou dança.

Ao final da disciplina realizaremos uma mostra dos trabalhos desenvolvidos.


Para participar é necessário o uso de roupas confortáveis, pois as aulas serão entre teoria e prática.

*** o curso é indicado para quem desenvolva pesquisa em direção ao corpo, cena, performance, trabalho com espaço e objetos ou que tenham o desejo de desenvolver investigação neste sentido.


SOBRE AS PROFESSORAS


Dinah de Oliveira é Professora Adjunta e pesquisadora da Escola de Belas Artes - EBA - Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ - no Curso de Bacharelado em Artes Visuais/Escultura. Mestra em Artes Cênicas (UNIRIO), Bacharel em Teoria do Teatro (UNIRIO). Associada do Corpo Freudiano do Rio de Janeiro e com experiência na Saúde Mental e nas práticas de cuidado. Pesquisadora institucional PIBIC com o projeto Metodologia Experimental para artistas-pesquisadores: proposição de autonomia e invenção e o Lab-corporeidades. Sua investigação investe na proposição da construção de ambientes chamados de “dispositivos de equivocidades controladas” em que estão implicados as práticas artísticas e os processos teóricos. Prioriza nos dispositivos a noção de pensamento material em metodologias artísticas em arte contemporânea, na curadoria, nas questões centradas no corpo e na cena, na performance e nos modos de vida.
 

Mery Horta é artista e pesquisadora nas áreas relacionadas de performance, dança e artes visuais. Doutoranda e Mestre em Artes Visuais na linha de Poéticas Interdisciplinares pelo Programa de Pós- Graduação em Artes Visuais da EBA UFRJ. Realizou a graduação no Bacharelado em Dança pela UFRJ, onde desenvolveu trabalhos coreográficos e videodanças autorais apresentados em festivais nacionais e internacionais. Atou como performer no projeto franco-brasileiro Themselves do diretor Jean Jacques Sanchez. Atua como intérprete da Cia. da Ideia com direção de Sueli Guerra e como diretora e coreógrafa no Coletivo Projeto Cia. Passista da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel. Integrante do Mó Coletivo. A artista tem como foco principal de investigação poética o corpo, seu movimento e imagem, e a potência que o mesmo apresenta para a transformação da matéria em criação artística.
 

QUANDO

Quartas-feiras, das 13h às 17h

Início: 11 de março de 2020

Término: 24 de junho de 2020 (15 aulas)*

Total de vagas para ouvintes: 10

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UFRJ.


Simulacro e colonialidade


A palavra simulacro tradicionalmente nos refere à cópia de uma coisa: uma cópia piorada, enganosa, cuja qualidade difere criticamente – e essencialmente – do original.

Se a representação retornou ao campo da arte contemporânea como problema cultural, agenciando poderes diversos, cabe perguntar como esses agenciamentos aparecem, tomam forma, e modificam as imagens especificando-as na diferença entre culturas e poderes – perguntar-se sobre a perda, ou piora das imagens.


A partir da ideia de simulacro, este curso pretende revisitar uma questão antiga da arte: o problema da influência, dos modelos e valores canônicos transmitidos às colônias. Para tanto, visa-se estabelecer um campo de ideias e teorias, de modo a apresentar as possibilidades de um recorte múltiplo, atualizando a questão tendo como endereço a contemporaneidade da arte. Em primeiro lugar, constituiremos uma bibliografia ampla de trabalho, priorizando o conceito de simulacro, suas atualizações, e suas entradas nas teorias da arte contemporânea; do mesmo modo, observaremos uma bibliografia identificada com a questão decolonial.
 

Em seguida, proporemos estudos de caso de modo a constituir um recorte da prática artística brasileira, bem como observar a disseminação e acesso da arte contemporânea internacional no Brasil. Como apreendemos a arte internacional (e seu valor)? Qual o impacto direto nas imagens da arte brasileira? O objetivo, finalmente, é assumir a imagem pobre, as limitações de nossas práticas, e perguntar-se sobre as instâncias éticas da prática da arte e de uma história da arte hoje.


SOBRE O PROFESSOR


Cezar Bartholomeu é artista plástico, atua prioritariamente no campo das imagens técnicas observando-as sob o ponto de vista da história da arte e de teorias pós-estruturalistas. Professor adjunto do departamento de História da Arte da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, atua na pós-graduação na Linha de pesquisa Linguagens Visuais nas áreas de estética, teoria da imagem e teoria da arte, em particular as teorias e histórias da fotografia. Graduação em Licenciatura em Educação Artística (História da Arte) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1999), Especialização em História da arte e arquitetura no Brasil (PUC, 2002), Mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002) e Doutorado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008) e Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais – EHESS Paris, França. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Plásticas, atuando principalmente nos seguintes temas: fotografia, arte contemporânea, arte conceitual, crítica, teoria e história da arte. Núcleo docente estruturante do Bacharelado em História da Arte, EBA-UFRJ. Editor da Revista Arte & Ensaios, revista do Programa de pós-graduação em artes visuais da Escola de Belas Artes da UFRJ entre 2010 e 2016. Pos-doutorado, em realização na Columbia University: Fotografia: Táticas recentes.


QUANDO

Quintas-feiras, das 13h30 às 16h

Início: 19 de março de 2020

Término: 11 de junho de 2020 (13 aulas)*

Total de vagas para ouvintes: 15

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UFRJ.


Políticas da Escrita


A experiência da escrita como processo de criação e instauração de operadores ético-políticos para afirmar direitos de existência singulares, plurais, coletivos. O curso será desenvolvido a partir de oficinas de escrita.


SOBRE OS PROFESSORES


João Ferreira é professor e pesquisador permanente da Pós-Graduação e da Graduação em Psicologia da UFRJ, Brasil. Pós-doutorado em Filosofia na Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Doutor em Psicologia (UnB). Psicólogo (UFRGS). Coordenador do Núcleo Trabalho Vivo - Pesquisas em Arte, Trabalho, Clínica e Ações Coletivas. Pesquisa as relações entre arte, trabalho, ações coletivas, política e psicologia e clínica das formas de vida (IP-PPGP-UFRJ).
 

Mônica Alvim é professora associada do Instituto de Psicologia e membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) , tem graduação em Psicologia, Mestrado em Psicologia e Doutorado em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB). Pós-doutorado em filosofia contemporânea na Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne.

Alexandra Tsallis é professora Adjunta do Depto. de Psicologia Social do Instituto de Psicologia da UERJ. Professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social/UERJ. Coordenadora do Laboratório afeTAR/UERJ. Graduação em Psicologia pela UFRJ, Doutorado (sanduiche) em Psicologia Social pela UERJ em associação com o Centre de Sociologie de lInnovation - Ecole de Mines /Paris. Pós-Doutorado: Programa de Pós-Graduação em Psicologia/UFRJ e Programa de Pós-Graduação em Psicologia/UFF.


QUANDO

Quintas-feiras, das 15h às 17h

Início: 19 de março de 2020

Término: 02 de julho de 2020 (15 aulas)*

Total de vagas para ouvintes: 5

*O curso segue o calendário Institucional da UFRJ.


Derivagens


A intenção do curso é desenvolver estudos que imbriquem conceitos de performance, performatividade e dramaturgia em trabalhos e processos que operam com devires animais como estopim para a produção de ações e estados corporais diferenciados na cena performativa contemporânea. O argumento da vida nua será utilizado para promover o desenvolvimento de escritas artísticas críticas e contextualizadas a partir de conceitos estudados.

A disciplina visa confrontar a construção dos trabalhos performativos desenvolvidos com as escritas críticas realizadas de modo a verificar distintos sentidos possíveis decorrentes do processo cênico e da construção dramatúrgica na cena contemporânea performativa.


SOBRE AS PROFESSORAS


Elisa de Magalhães é artista, com diversas exposições coletivas no Brasil e no exterior e tem diversas exposições individuais no Brasil. Tem o livro Nenhuma Ilha publicado sobre parte de seu trabalho, com organização de Marcelo Campos e textos de Marcelo Campos, Márcio Harum, Fernando Cocchiarale e Wilton Montenegro. É professora na EBA/UFRJ e no PPGAV/UFRJ, Pós-Doutora em Filosofia pelo PPGF/UFRJ, Pós-Doutora em Artes pelo PPGCA/UFF, Doutora em Artes Visuais pelo PPGAV/UFRJ, Mestre em Artes pelo PPGARTES/UERJ.

Francini Barros é graduada em Dança pelas Escola e Faculdade Angel Vianna, mestra em Artes pelo Instituto de Artes da UERJ e doutora em Artes Cências pela Unirio. É professora do Curso de Dança da UFPE. É curadora da Galeria Capibaribe e coordena o evento Solo no CAC, que prevê apresentações das Artes Cênicas na referida galeria. Como artista da dança, atuou na Trupe do Passo, de Duda Maia, na Lia Rodrigues Companhia de Danças e em parceria com Gustavo Ciríaco. Desenvolve trabalho autoral, no momento com a performance Zoe.


QUANDO

Sextas-feiras, das 13h30h às 16h30

Início: 06 de março de 2020

Término: 03 de julho de 2020 (15 aulas)*

Total de vagas para ouvintes: 20

*O curso segue o calendário Institucional do UFRJ.


OFICINA | Retrato na Fotografia: introdução ao gênero


O retrato, gênero que marca um dos primeiros grandes interesses dos fotógrafos pioneiros, junto com a paisagem, é hoje uma tipologia básica para todos nós, envolvidos na realização de imagens na era do selfie. Este curso propõe uma introdução possível às origens e aos desenvolvimentos do gênero fotográfico, de modo a entendermos melhor a razão de, desde sempre e cada vez mais, apontarmos nossas câmeras para os outros, ou para nós mesmos.


SOBRE O PROFESSOR


Tony Queiroga é fotógrafo, diretor e artista audiovisual; professor adjunto da UERJ (2015.2), no Instituto de Artes (ART/UERJ), na ampla área das imagens técnicas: fotografia e audiovisual. É doutor em Ciências da Comunicação (jornalismo) pela Universidade Nova de Lisboa (2009), sob orientação do prof. Nelson Traquina. Possui graduação em Comunicação Social pela Faculdade da Cidade (1992), com habilitação em Rádio e TV, e mestrado em Comunicação e Tecnologia da Imagem pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - ECO-UFRJ (1998 - bolsa CNPq), sob orientação do prof. Andre Parente. Tem experiência na área de Comunicação e Artes, produção audiovisual e imagem técnica em geral, estudos em jornalismo e comunicação digital, além de atuar principalmente nos seguintes temas: fotografia, produção audiovisual alternativa, vídeo, documentário, comunicação social, jornalismo, arte , imagem e tecnologia digital.


QUANDO

Sábados, 11, 18 e 25 de abril de 2020 (3 aulas) das 14h às 17h

Total de vagas para ouvintes: 25

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UERJ.

Exposição: EXPERIÊNCIA DA COMUNIDADE | Dinah de Oliveira

Quando dois corpos afetados, em certo lugar e momento, pela mesma forma-de-vida acabam por se encontrar, eles fazem a experiência de um pacto objetivo, anterior a toda decisão. Essa experiência é a experiência da comunidade. (TIQQUN: contribuição para uma guerra e curso. N-1 edições: São Paulo, 2019)

Nossa questão: a atualidade é olho do furacão e o já carcomido fantasma da metafísica continua invadindo nosso imaginário. Interessa ao pensamento e prática da disciplina Exposição, desenvolver encontros de pesquisa e ativações para os trabalhos artísticos que estejam implicados na experiência da realidade. Isso significa que não falamos em nome de uma comunidade humana – imagem do fetiche de extrema alienação da vida.

Ação: disciplina Exposição é obrigatória do curso de Bacharelado em Artes Visuais-Escultura da Escola de Belas Artes (EBA) da UFRJ, com foco na arte contemporânea que visa a realização de uma exposição. Será ministrada em conjunto entre dois espaços: o Ateliê da Escola de Belas Artes da UFRJ, no prédio da Reitoria na Cidade Universitária e   o CMAHO, instituição que abrigará a maior parte dos encontros e a exposição final.

Nesta edição, a disciplina abrirá vagas ao curso de História da Arte da EBA, para estudantes que desejam realizar uma experiência de construção expositiva tendo em vista a curadoria, a elaboração de textos, a expografia, a produção e a realização de um catálogo digital. Estudantes da Plataforma de Emergência também poderão optar pela produção da exposição.

Estudantes-artistas (Graduação e Plataforma de Emergência) irão desenvolver seus portfólios e elaborar os trabalhos para a mostra que ocorrerá no auditório (vamos chamar de nosso pavilhão) do CMAHO, em interlocução com a noção de comunidade e de site específico. Serão admitidos trabalhos artísticos em diferentes suportes e práticas das artes visuais. A disciplina será atravessada por pessoas convidadas para interlocuções sobre especificidades dos processos expositivos e de elaborações das ações de artista.  

SOBRE A PROFESSORA

Dinah de Oliveira é professora Adjunta e pesquisadora da Escola de Belas Artes - EBA - Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ - no Curso de Bacharelado em Artes Visuais/Escultura. Mestra em Artes Cênicas (UNIRIO), Bacharel em Teoria do Teatro (UNIRIO). Associada do Corpo Freudiano do Rio de Janeiro e com experiência na Saúde Mental e nas práticas de cuidado.  Pesquisadora institucional PIBIC com o projeto Metodologia Experimental para artistas-pesquisadores: proposição de autonomia e invenção e o Lab-corporeidades. Sua investigação investe na proposição da construção de ambientes chamados de “dispositivos de equivocidades controladas” em que estão implicados as práticas artísticas e os processos teóricos. Prioriza nos dispositivos a noção de pensamento material em metodologias artísticas em arte contemporânea, na curadoria, nas questões centradas no corpo e na cena, na performance e nos modos de vida.


QUANDO

Segundas-feiras, das 13h às 17h
Início: 09 de março de 2020
Término: 04 de julho de 2020  (15 aulas) *
Total de vagas para ouvintes: 15

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UFRJ.