Inscrições abertas para o Programa de Extensão Plataforma de Emergência

Atualizado: 17 de Jul de 2019

Programa de extensão disponibiliza 8 disciplinas divididas entre cursos e oficinas



Estão abertas as inscrições para o Plataforma de Emergência. O programa de extensão que apresentou um recorde de inscrições no primeiro semestre, retorna para 2019.2 com 8 disciplinas. As inscrições serão feitas através do link disponibilizado nos principais canais digitais do CMAHO – Facebook, Instagram e Site. Oferecendo disciplinas de graduação e pós graduação para alunos(as) ouvintes e matriculados(as) e Oficinas e Atividades complementares para o público em geral, o programa fica com inscrições abertas até o próximo dia 19.07.

Confira as ementas dos cursos e acesse o link no final da página para se inscrever:

Arte, psicanálise e política

O curso apresentará o diálogo entre psicanálise e arte moderna e contemporânea, percorrendo textos de Freud e Lacan em articulação com a obra de artistas variados, para explorar o campo ampliado no qual a produção contemporânea aproxima-se da política ou apresenta-se explicitamente como ação política, articulando tal dimensão ao nível micropolítico dos afetos e desejos singulares.

SOBRE A PROFESSORA

Tania Rivera

Doutora em Psicologia pela Université Catholique de Louvain, Bélgica, realizou Pós-Doutorado em Linguagens Visuais na Escola de Belas-Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Autora dos livros Arte e Psicanálise (2002), Guimarães Rosa e a Psicanálise (2005) e Cinema, Imagem e Psicanálise (2008, todos por Jorge Zahar Editor), Hélio Oiticica e a Arquitetura do Sujeito (2012, Editora da UFF) e O Avesso do Imaginário. Arte Contemporânea e Psicanálise (2013, CosacNaify), que recebeu o prêmio Jabuti na categoria psicologia/psicanálise. Curadora de Lugares do Delírio (Museu de Arte do Rio, 2017 e SESC Pompeia, 2018), entre outras exposições.

QUANDO

Terças-feiras, das 14h às 17h Início: 20 de agosto de 2019 Término: 26 de novembro de 2019 (11 aulas) * Total de vagas para ouvintes: 40

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UFF.

Derivagens

O curso, prático/teórico, tem como método a apresentação de obras de arte visuais, literárias e cinema como estímulos para a desenvolvimento e produção de trabalhos/exercícios semanais, que serão apresentados e discutidos em sala de aula. Textos de Jacques Derrida, retirados do livro Pensar em não ver: escritos sobre as artes do visível (1979/2004) servirão como a base teórica do curso. Outras leituras serão sugeridas a cada trabalho/exercício apresentado.

As questões práticas e teóricas estarão conectadas pela questão da duplicidade do “afetar”, como provocação e como afeto, afetar e afetar-se, fazer e deixar-se afetar, ou seja, pela relação com a alteridade radical do “eu” e do “outro”.

O curso configurar-se-á, portanto, como um lugar de vivência da problemática contemporânea, da experiência artística, da deriva do pensamento, de acolhimento e hospitalidade e de discussão de trabalhos.

BIBLIOGRAFIA

DERRIDA, JACQUES. PENSAR EM NÃO VER: ESCRITOS SOBRE AS ARTES DO VISÍVEL (1979-2004)/JACQUES DERRIDA. TRADUÇÃO MARCELO JACQUES DE MORAES. REVISÃO TÉCNICA JOÃO CAMILLO PENNA. FLORIANÓPOLIS: ED. DA UFSC, 2012.

SOBRE OS PROFESSORES

Elisa de Magalhães

É artista visual. Entre as principais exposições individuais que fez estão EXPOSIÇÃO, no Paço Imperial/RJ, em 2018, com curadoria de Viviane Matesco, Nenhuma Ilha, no Oi Futuro de Ipanema, em 2013, com curadoria de Marcelo Campos, e A Vida dos Outros: labirinto, Paço das Artes/SP, em 2011, com curadoria de Marcio Harum. Entre as principais exposições coletivas de que participou estão Rios do Rio, em 2018, no Museu Histórico Nacional, curadoria de Fernando Pequeno, Feito Poeira ao Vento, 2017/2018, curadoria de Evandro Salles, no Museu de Arte do Rio e O Último Livro, curadoria de Luis Camnitzer, que circulou em bibliotecas do mundo entre 2005 e 2012. Elisa de Magalhães lançou o livro Nenhuma Ilha, sobre parte de sua obra, com organização de Marcelo Campos, em 2014. Elisa é professora na EBA/UFRJ e no PPGAV/UFRJ, pós-doutoranda em filosofia no PPGF/UFRJ, pós-doutora pelo PPGCA/UFF, Doutora em Artes Visuais pelo PPGAV/UFRJ e Mestre em Artes pelo PPGARTES/UERJ.

Rafael Haddock Lobo

É graduado em Filosofia (UFRJ) com mestrado e doutorado na mesma área (PUC-Rio). Realizou pesquisa de Pós-Doutorado em Filosofia na USP e na UERJ e em Teoria da Literatura na UNICAMP. Trabalha com filosofia contemporânea, com ênfase nos pensamentos de Nietzsche, Heidegger, Lévinas, Derrida e Preciado e atualmente desenvolve pesquisa em torno do problema da colonialidade e da sexualidade, com uma preocupação especial nos temas de filosofia da cultura brasileira. É membro criador do GT Desconstrução, linguagem e alteridade (ANPOF) e coordena dos laboratórios Khôra de Filosofias da alteridade e Geru Maa de africologia e pensamento ameríndio. É autor e organizador de diversos livros, dentre os quais "Os filósofos e a arte" (Org., Editora Rocco), "Da existência ao infinito" (Loyola), Derrida e o labirinto de inscrições (Zouk), Para um pensamento úmido (Nau) e "Experiências abissais" (Via Verita).


QUANDO


Sextas-feiras, das 13h30 às 16h30

Início: 09 de agosto de 2019

Término: 29 de novembro de 2019 (15 aulas)*

Total de vagas para público externo: 10

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UFRJ.


Arte e contingência

Arte convencional ou o que se convenciona na arte? As formas, as forças, os fluxos, as relações. Habitar o espaço. Construir projetos. Fabular. Espaços de conquista. Presente responsivo. A imagem, a existência, o sensível. As coisas e todo contingente se constituem como imagens. Agenciamentos sensíveis: “mesmo as ferramentas mais avançadas são feitas da matéria-prima da terra” (Smithson). Quais as orientações de nossos trabalhos em arte pensados contingencialmente? Falar juntos. Espaços coletivos. Espaços relacionais. Ouvir a floresta. Novas materialistas. Um lugar após o outro.

“O espaço estéril e idealista puro dos modernismos dominantes foi radicalmente deslocado pela materialidade da paisagem natural ou do espaço impuro e ordinário do cotidiano. O espaço de arte não era mais percebido como lacuna, tabula rasa, mas como espaço real” (Miwon Kwon).

Objetivos:

Construir um espaço de interlocução, trocas e reflexões a partir de práticas, trabalhos de arte contemporânea. Desenvolver 02 projetos e trabalhos de arte a partir de dois espaços artísticos do território urbano.

SOBRE AS PROFESSORAS

Dinah Oliveira

Professora Adjunta da Escola de Belas Artes - EBA - Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ - no Curso de Bacharelado em Artes Visuais/Escultura. Mestra em Artes Cênicas (UNIRIO), Bacharel em Teoria do Teatro (UNIRIO). Associada do Corpo Freudiano do Rio de Janeiro. Pesquisadora institucional – UFRJ: (PIBIAC 2019) Ateliê Livre, Lab-corporeidades: pesquisa prático-teórica do corpo qualificado na Performance Arte; (PIBIC 2018/19) Metodologia Experimental para artistas-pesquisadores: proposição de autonomia e invenção; (PIBIAC 2017):Corpo em Performance na Artes Visuais: estatuto, gênero e criação; (PIBIC 2016): Imagem-montagem nas Artes Visuais: pesquisa de construção de trabalhos de arte por meio da operação de montagem e (FAPERJ 2016/17): Projeto Margens sobre rios, crocodilos e vaga-lumes.

Beatriz Pimenta Velloso

É artista visual, e desde 2011 é professora adjunta do Curso de Artes Visuais - Escultura, da Escola de Belas Artes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (AVE/EBA/UFRJ), Brasil. Possui mestrado em Linguagens Visuais e doutorado em Imagem e Cultura pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV/EBA/UFRJ). A partir de 2014 coordena o Grupo de Pesquisa A arte, a história e o museu em processo, certificado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), organizando projetos de intervenção em museus e centros culturais do Rio de Janeiro. Atua na área de arte contemporânea com ênfase em fotografia, vídeo, escultura e instalação, realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, nas galerias da Funarte, Programa Rumos Itaú Cultural, Galeria do Centro Cultural Sergio Porto, Centro Cultural Recoleta, Agentina, Timespan Gallery, Escócia. No ano de 2018, desenvolveu pesquisa pós-doutoral supervisionada pelo Prof. Fernando José Pereira na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP).


QUANDO

Quartas-feiras, das 14h às 17h

Início: 14 de agosto de 2019

Término: 20 de novembro de 2019 (15 aulas)*

Total de vagas para ouvintes: 8

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UFRJ.


Arte e ciência: a emancipação psicopolítica da cena

A constituição não-dualista do artista, do cientista e da obra a partir da perspectiva da Teoria Psicopolítica. Biogênese, psicogênese e sociogênese da Arte e da Ciência frente à cena reduzida do fascismo e sua transestética. De que dependem os processos colaborativos de construção de espaços emancipatórios de atuação transdisciplinar, hibridizada e transcultural? A superação da ignorância, do medo, do ódio e da ganância no exercício do auto-cuidado e da escuta em relação à condição comunicacional do ser humano; a subversão ontológica e epistemológica da centralidade dos processos mentais na determinação da qualidade emancipatória da cena.

SOBRE O PROFESSOR

Evandro Vieira Ouriques

Cientista político, jornalista, designer, gestor cultural, curador e conservador de obras de arte e terapeuta clínico de base analítica, corporal e energética, é coordenador do Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Teoria Psicopolítica e Consciência/Escola de Comunicação/UFRJ. Dirige a Colección Teoría Psicopolítica (uma co-edição da Universidad de LaFrontera/Chile, UFRJ/Brasil, Universidad Nacional de La Plata/Argentina, Universidade do Porto/Portugal e Universidade de Groningen/Holanda). É professor permanente do Programa de Pós-graduação em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia/UFRJ, membro da Equipe de Supervisores do Programa de Pós-Doutorado em Estudos Culturais do Programa Avançado de Cultura Contemporânea-PACC/Faculdade de Letras/UFRJ, Diretor de Pesquisa do Laboratório de Percepção, Psiquismo e Instituições-LabMind/LAMAE/NCE/CCMN/UFRJ e Pesquisador Associado do Grupo de Trabalho Comunicación, Política y Ciudadanía-Campo Temático Comunicación y Poder/Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales-CLACSO. Trabalhou durante 20 anos no Ministério da Cultura como coordenador de projetos nacionais e curador de fotografia e artes plásticas, tendo sido, por exemplo, juntamente com Nadja Peregrino, curador da exposição que apresentou Sebastião Salgado ao Brasil, em 1982, e da exposição José Oiticica Filho: a ruptura da fotografia nos anos 50.

QUANDO

Quintas-feiras, das 13h30 às 17h30

Início: 15 de agosto de 2019

Término: 05 de dezembro de 2019 (15 aulas)*

Total de vagas para ouvintes: 10

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UFRJ.

"Literaturas insurgentes": paisagens e testemunhos contemporâneos

A partir do conceito "literaturas insurgentes", criado pela poeta e editora paulista Cecília Floresta, o curso pretende ler, discutir e pensar a poesia contemporânea - suas paisagens políticas e estéticas e a força de seu testemunho do presente - considerando os recortes de gênero, raça e classe social. Nessa perspectiva, pretende-se igualmente refletir tanto sobre esse circuito poético que coloca na agenda dos debates públicos temas dolorosos e silenciados como a escravidão e as violências, quanto pensar sobre essXs jovens poetXs, suas experimentações e sua importância na ampliação dos horizontes da poesia brasileira contemporânea. Entre as poesias que leremos estarão as da própria Cecilia Floresta, Tatiana Nascimento, Tatiana Pequeno, Bruna Mitrano, Marília Floor Kosby, Adelaide Ivânova, entre outrXs.

SOBRE A PROFESSORA

Martha Alkimin

Professora Associada do Departamento de Ciência da Literatura da Faculdade de Letras da UFRJ. Possui Doutorado em Letras na área de Teoria Literária (PUC-Rio) e integra o núcleo de poesia do Programa de Arte e Cultura Contemporânea (PACC) da mesma instituição. Entre 2013 e 2015, foi Coordenadora pedagógica do Projeto de Extensão da Universidade das Quebradas e durante o período de 2014 a 2015 exerceu o cargo de Diretora Adjunta de Cultura e Extensão da Faculdade de Letras da UFRJ. Atualmente desenvolve e orienta pesquisa na área de poesia brasileira contemporânea com interesse especial pelas produções que dialogam com os temas de raça e gênero, corpo e violência, política e ética.

QUANDO

Quartas-feiras, das 15h às 16h30

Início: 07 de agosto de 2019

Término: 11 de dezembro de 2019 (16 aulas)*

Total de vagas para ouvintes: 10

*O curso segue o calendário Institucional da UFRJ.

Aprendendo espanhol através da arte e das culturas latino-americanas

O curso de extensão "Aprendendo Espanhol através da Arte e das Culturas Latino-americanas" é um curso introdutório ao idioma espanhol, que pretende integrar o ensino/aprendizagem dessa língua estrangeira à cultura e à arte produzida nos países de língua espanhola da América Latina.

O propósito do curso é aproximar os interessados da língua, da realidade e da produção artística e cultural dos países que formam a chamada América Espanhola. Pelo seu caráter introdutório, o curso visa despertar o interesse dos inscritos em relação à cultura e à arte produzida na América Latina, bem como, estabelecer um contato inicial com a língua espanhola e suas diferentes peculiaridades nos diversos países que compõem o continente americano.


O curso possui três objetivos principais: a) introduzir os participantes no aprendizado da língua espanhola; b) apresentar exemplos da diversidade cultural de alguns dos países da América hispanófona, bem como suas proximidades com a cultura brasileira; c) mostrar artistas e obras de arte que são representativos no contexto cultural dos países da América Latina.

SOBRE O PROFESSOR

Marcela Tavares

Professora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico no Instituto Federal do Rio de Janeiro (Campus Belford Roxo). Possui bacharelado e licenciatura em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009), mestrado em Estética e Filosofia da Arte pela Universidade Federal de Ouro Preto (2012) e Especialização Lato Sensu em Ensino de Arte (UERJ/Parque Lage). Atualmente é doutoranda no Programa de Pós-graduação em Artes Visuais (PPGAV) na Universidade Federal do Rio de Janeiro, atuando na linha de Pesquisa em História e Crítica de Arte. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Estética e Filosofia da arte e na área de Artes, com ênfase em História e Crítica de Arte.

QUANDO

Quintas-feiras, das 15h às 18h

Início: 05 de setembro de 2019

Término: 07 de novembro de 2019 (10 aulas)*

Total de vagas para ouvintes: 20

*O curso segue o calendário Institucional do IFRJ.

OFICINA | Retrato na Fotografia: introdução ao gênero

O retrato, gênero que marca um dos primeiros grandes interesses dos fotógrafos pioneiros, junto com a paisagem, é hoje uma tipologia básica para todos nós, envolvidos na realização de imagens na era do selfie. Este curso propõe uma introdução possível às origens e aos desenvolvimentos do gênero fotográfico, de modo a entendermos melhor a razão de, desde sempre e cada vez mais, apontarmos nossas câmeras para os outros, ou para nós mesmos.


SOBRE O PROFESSOR

Tony Queiroga

É fotógrafo, diretor e artista audiovisual; professor adjunto da UERJ (2015.2), no Instituto de Artes (ART/UERJ), na ampla área das imagens técnicas: fotografia e audiovisual. É doutor em Ciências da Comunicação (jornalismo) pela Universidade Nova de Lisboa (2009), sob orientação do prof. Nelson Traquina. Possui graduação em Comunicação Social pela Faculdade da Cidade (1992), com habilitação em Rádio e TV, e mestrado em Comunicação e Tecnologia da Imagem pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998 - bolsa CNPq), sob orientação do prof. Andre Parente. Tem experiência na área de Comunicação e Artes, produção audiovisual e imagem técnica em geral, estudos em jornalismo e comunicação digital, além de atuar principalmente nos seguintes temas: fotografia, produção audiovisual alternativa, vídeo, documentário, comunicação social, jornalismo, arte , imagem e tecnologia digital.

QUANDO

Sábados, 17/8, 24/8 e 31/8 (3 aulas) das 13h30 às 16h30

Total de vagas para ouvintes: 20

*O curso segue o calendário Institucional da Pós-graduação da UERJ.


OFICINA | O espectro das imagens técnicas: filmes, arquivos, especulações

O objetivo do curso é apresentar caminhos de pesquisa e experimentação no campo das imagens técnicas e das artes visuais contemporâneas. As aulas serão ministradas por um conjunto de artistas e curadores, que abordarão as relações entre arquivo, documento e fabulação em diversas práticas filmicas. A partir desse solo, examinaremos os usos de diferentes mídias em trabalhos artísticos que têm conferido novos sentidos às práticas de montagem e à palavra “especulação”, reavivando o interesse pela relações entre “espectralidade" e “fantasmagoria”, cujo foco é um emaranhado de memórias que tanto constituem como assombram os nós do presente.

SOBRE OS COORDENADORES

Helena Lessa

É formada em Cinema e Audiovisual (UFF), integrou o coletivo Osso Osso, co-dirigiu o longa metragem Buraco Negro (2017), exibido no 2º Festival Ecrã (2018), e os curtas Roques de Quarto (2017), premiado no Edital Elipse 2017 com aquisição do Canal Brasil; e Hiperselva (2014), premiado no MOV - I Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco. Também desenvolve trabalhos no campo do audiovisual como diretora de fotografia, assistente de direção e atriz. No momento, cursa o mestrado no Programa de pós-graduação em Artes Visuais da UFRJ.

Lucas Parente

É formado em História (UFF) e em Filosofia (Universidade de Paris 8), dedica-se ao cinema e à escrita, realizando projetos com diversos artistas e cineastas. Dentre seus filmes, destacam-se Taquaril Moonstruck (2018), curta-metragem selecionado para o DOBRA - Festival Internacional de Cinema Experimental (Rio de Janeiro, 2018), Satan Satie ou Memórias de um Amnésico (2015), média-metragem realizado em parceria com Juruna Mallon, selecionado para o Festival Visions du Réel (Suíça, 2016) e para a Semana dos Realizadores (2015), e Calypso, longa-metragem realizado em parceria com Rodrigo Lima, selecionado para o 51º Festival de Brasília (2018), FILMADRID (Espanha, 2019) e Festival New Horizons (Polônia, 2019). Atualmente, desenvolve doutorado no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRJ.


Tadeu Capistrano


É professor do Departamento de Teoria e História da Arte e do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da UFRJ. É doutor em Literatura Comparada pela UERJ, onde desenvolveu tese sobre cinema, tecnologia e percepção, com a apoio do CNPq e da Columbia University, onde foi pesquisador visitante. É graduado em Letras (UFES) e Cinema e Audiovisual (UFF). Além de exercer atividades de docência e orientação de pesquisas, também é coodenador da Coleção Artefíssil, da editora Contraponto, especializada em livros de teoria da imagem, filosofia e história das mídias.


QUANDO

Sextas-feiras, das 15h às 18h

Início: 09 de agosto de 2019

Término: 25 de outubro de 2019 (12 aulas)*

Total de vagas para ouvintes: 10


LINK PARA INSCRIÇÃO: http://bit.ly/2LMySE6

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica

Rua Luis de Camões 68, Praça Tiradentes - Rio de Janeiro

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